Campina pega-fogo até 05 de agosto

sexta-feira, 29 de julho de 2016


Até o dia 05 de agosto o caldeirão das alianças em Campina Grande pega fogo e a fervura tende a aumentar, as discussões para coligação das alianças proporcionais atrapalha e cria um mal estar em todos os pré-candidatos a prefeito, tanto Romero, Veneziano, Adriano enfrentam dificuldades para agradar as diversas vertentes.

Romero enfrenta vontades de campeões de votos:

Os dezesseis vereadores da base do prefeito Romero buscam como sempre a reeleição com todo o direito e tambem com os melhores caminhos para que isso aconteça, mas o gargalo é comportar as vaidades e vontades individuais. A formação de um chapão era discutido ontem a noite com a possibilidade concreta de formação: PSDB, PSD, PSC, PRB, SOLIDARIEDADE, PTB, PMB, PHS e DEM.

- Ainda existe a possibilidade do acrescimo do PP de Enivaldo Ribeiro neste chapão se ocorrer a aliança provavel, com o lançamento da Chapa Romero/Enivaldo;

- Romero pode perder o apoio de partidos ligados a Wilson Santiago: PTB, PMB, PHS, PTC, uma informação de ontem a noite confirmava que o PTB fica com Romero e ja seria prego batido e ponta virada.

- O DEM já é carta fora do baralho de Romero, Efraim Moraes afirmou que não abre mão dos cargos que tem no Estado e o Partido vai de mala e cuia para Adriano Galdino.

VENEZIANO ADIA CONVENÇÃO

O PMDB remarcou sua convenção para o dia 05 de agosto apostando nos acordos de ultima hora e numa sobra das conversas em relação a João Pessoa, com uma possível renuncia de Adriano Galdino e a indicação do vereador Murilo Galdino para vice de Veneziano.

Até o momento as dificuldades de Veneziano é em relação a indicação do vice e de partidos para coligação na proporcional com o PMDB de medalhões e campeões de voto, Olimpio Oliveira e Metuselá Agra.

A PRESSÃO PARA DESISTIR DE ADRIANO GALDINO

Adriano Galdino teria tentado desistir já por duas vezes da postulação a prefeito de Campina Grande sendo seguro pelo governador Ricardo Coutinho e mesmo não decolando, Ricardo o segura para evitar o crescimento do "aliado" Veneziano. 

Alem das dificuldades em crescer, agora pipocam nos girassóis campinenses as insatisfações em relação a formação das proporcionais, PC do B, PDT, PT e outros não querem formar chapa com o PSB.

Ricardo "O inoperante" leva água de onde não tem, para onde tem de sobra

domingo, 22 de maio de 2016



O Governador da Paraíba e os seus devaneios propicia uma das obras mais esdruxulas e sem conexos em relação a ordem das coisas, a maior obra hídrica de seu governo tira água de onde não tem para levar para onde sobra água. O governo da Paraíba gasta 1 bilhão de reais, financiado pelo governo federal, para levar água da Barragem de Acauã para a barragem de Araçagi. No percurso, irá abastecer cidades do agreste e zona da mata que não sofrem com os efeitos de estiagem e ao longo da história são as regiões com maior frequência de chuvas do Estado.
A obra tocada por três consórcios de empresas, que fazem canais externos e subterrâneos, rompendo serras com explosivos, e mais diversas ações tecnológicas. Enquanto isso Campina Grande e o Cariri, estão em situação caótica em relação à água, e não tem o mesmo tratamento, alem de não ter uma só ação do Governo, que teima em silenciar diante de uma situação caótica.

Diante das notícias sobre a qualidade e quantidade da água de Boqueirão, que estão cada vez pior e preocupante e todas as classes da sociedade campinense reclamam, o governo estadual não pode mais ficar mais de braços cruzados, mas mesmo assim não esboça a minima reação e caindo no ridículo ainda de tentar politizar o assunto. Estamos correndo contra o tempo, apostando na Transposição do São Francisco para evitar risco de perda vidas. 
A falta de sensibilidade deste governo demonstrando uma ausência total de responsabilidade com Campina e demais municípios que são abastecidos por Boqueirão é tão preocupante, que mesmo na eminencia de um caos total e falimentar de Campina, com saída de industrias e até mesmo da população, não se vê nos bastidores deste governo e nos seus aliados mais próximos uma só ação de solução para o problema. Nos bastidores já sabemos que a raiva e insensibilidade de Ricardo Coutinho com Campina Grande não pode ser uma bandeira de Governo, mas é simplesmente o que se vê em suas ações.
Em anos anteriores o governo trouxe para Campina Grande com pompa e festa perfuratrizes da CDRM que tem cinco em seu poder e não se tem noticia de um poço perfurado na região. 
Mesmo enfrentando crise na educação, saúde e principalmente na segurança publica em todo o Estado da Paraíba e a inercia de um governo que vive dos louros de um primeiro mandato, não se ligou ainda que para Campina Grande e região alem de todos estes problemas o pior de todos é o eminente colapso de água e o sofrimento de um racionamento desumano. Ricardo Coutinho mesmo tendo como vice uma campinense e aliados do peso de Adriano Galdino, Fabio Maia, Napoleão Maracajá, Inácio Falcão e "Veneziano" (não sabemos até quando) não move uma palha para explicar ou tentar quais as ações de ajuda, ou mesmo porque retira água de onde não tem levando para onde sobra.
A população saberá cobrar do governo sobre suas ações e mais ainda sobre a falta delas.
Fotos retiradas das redes sociais sobre o canal de Araçagi

Nem a mulher vota nele

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Por fim a um verdadeiro ‘apartheid’ na Rainha da Borborema, dando mais oportunidades aos pobres, dessa maneira se posicionou o pré-candidato do PSB em Campina Adriano Galdino, ao ser questionado sobre esse novo momento na sua carreira política, mas de forma dúbia na cidade vizinha de Pocinhos onde lançou o nome da esposa Eliane Galdino para concorrer as eleições deste ano.

Galdino já foi prefeito por três vezes, teve seu sobrinho como prefeito também e sua esposa como vice até 2012, tendo dominado o poder por cerca de vinte anos, como uma verdadeira oligarquia, que ele combate agora em Campina Grande.

O fato inusitado destas eleições é que tanto Adriano Galdino, bem como sua esposa Eliane Galdino não terão o voto do seus cônjuges, fato que será explorado por seus adversários “que nem o a mulher vota nele”, e da mesma forma “que nem o marido vota nela”. Desta forma este fato joga por terra a questão do discurso de plataforma de governo, de quebra a forma de governar baseada em Ricardo Coutinho, mas sim a busca do Poder pelo Poder.


A quebra da gangorra familiar de Campina Grande no discurso de Adriano Galdino não dura dois minutos de um debate, quando na replica seus adversários usarão o exemplo da vizinha cidade de Pocinhos, onde alem de Prefeito por três vezes, teve sobrinho prefeito e lança agora a esposa como candidata a prefeita. 

A força de Adriano Galdino como presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba somada com a do Governo do Estado terão que superar o olhar desconfiado dos eleitores campinenses que observam a imigração do candidato que vem de outro municipio e que não tem a identificação com a historia de Campina Grande e o sentimento bairrista do municipio e de seus eleitores sempre foi muito apurado, e estará em jogo nas candidaturas que se apresentam contra Galdino: Romero Rodrigues, Veneziano Vital do Rego, Artur Bolinha, Daniella Ribeiro, Napoleão Maracajá que são pré-candidatos e totalmente identificados com CG.

2016 para Campina Grande começou em novembro de 2014

segunda-feira, 28 de setembro de 2015


A oposição ao Prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) não tem medido esforços e nem tem perdido tempo para tentar emplacar nomes que possam enfrenta-lo no próximo ano. Com um governo bem avaliado, passando dos 70% de aprovação, Romero Rodrigues tem mostrado muita força e desempenho suficiente para chegar como favorito em 2016, desta forma a oposição não perde tempo.

Como o principal nome das oposições, o ex-prefeito e atual deputado Federal Veneziano Vital do Rego responde a vários processos e tem sido o alvo principal de uma CPI baseada em denuncias de seu ex-tesoureiro, acusando-o de desvios e improbidade e com isso recebe toda uma carga de rejeição que reflete nos números de pesquisas internas, mostrando que na próxima eleição a rejeição será importante para decidir a vitoria, a busca por alternativas não para, inclusive sendo lançado o nome da própria esposa Ana Claudia como possível candidata.

Na manha de hoje mais uma cartada da oposição, com festa e muito glamour, incluindo ai a presença do governador da Paraíba e hoje o principal opositor de Romero, Ricardo Coutinho junto com todo Staff da oposição aplaudiram a transferência de domicilio eleitoral do Presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba Adriano Galdino, que sai de Pocinhos e passa a votar em Campina Grande.

Prestigiado pela oposição, Adriano Galdino teve a recepção de deputados estaduais (Hervasio Bezerra, Ricardo Barbosa), Federal (Damião Feliciano, Veneziano Vital do Rego) e do Senador Raimundo Lira, alem de uma claque de aliados e torcedores e donos de contra-cheques tanto no governo estadual, quanto na ALPB, mostrando que não esta para brincadeira. Adriano mostra a forma de trator acostumado a usar na politica e que não brinca em serviço.

Com as cenas vistas na ACI, Associação Campinense de Imprensa algumas questões ficam no AR: 1- Como Fica a cabeça de Fábio Maia que alimenta o desejo de também ser candidato? 2- Veneziano aceitará a forma de exposição do nome de Adriano, como um fantasma que o atormenta e está ali sempre a segui-lo? 3- Quem poderá conduzir, alimentar e somar os egos inflados de grupos tão distintos? 4- Ricardo Coutinho terá tempo para Conduzir com mão de ferro as oposições de Campina Grande? 5- O restante da oposição, não presente a ACI poderá juntar-se ou pode dividir o que já esta dividido?

Só o tempo pode responder a tudo isso, mas com certeza o resultado sairá em pouco mais de uma ano, de uma eleição que só acontecerá em 2016, mas que já começou em novembro de 2014.

Somos todos brasileiros.

sábado, 14 de março de 2015

Não quero me arvorar a analisar imagens, mas ao ver as cenas dos movimentos de apoio a Dilma e a Petrobras nesta sexta-feira percebo claramente que os movimentos sociais no Brasil envelheceu, engordou o bolso e perdeu a força da mobilização. Mesmo sabendo a força que o MST, a CUT e os sindicatos realizaram para mobilizar o maior numero de simpatizantes foi um verdadeiro fiasco.

Não sabemos ainda o que acontecerá amanhã, com a mobilização das oposições pedindo o impeachment de Dilma, não se sabe se as ruas serão ocupadas por um numero maior de manifestantes, mas ja se sabe que será um marco na defesa da liberdade de manifestações, mesmo para parte do PT sendo uma tentativa de golpe.

A defesa da presidente justamente foi um dos pontos em questão: os grupos que organizaram o ato tentaram emplacar o absurdo lema de "defesa da Petrobras e da reforma política", quando visivelmente os integrantes da marcha foram convocados - alguns pagos - para elogiar Dilma. Outros, sequer sabiam o que faziam no local o Ato a favor da estatal e em defesa do governo da presidente Dilma Rousseff é encampado por sindicalistas e membros de movimentos sociais, mas falta aos próprios manifestantes a força para acreditar no que estão gritando.

Se tomarmos como exemplo os atos de pedido de cassação de Collor de Melo no passado percebemos que aquela juventude envelheceu, e a defesa da ética ficou comprometida por contra-cheques, cargos e poder. O seu líder Lindberg Farias, Cara-Pintada, enlameou-se na sujeira do Poder e está afundando com companheiros nas denuncias de corrupção da Petrobras.

Os sindicatos envolvidos nas manifestações de ontem, são a marca do corporativismo e cinismo sindical, pois suas diretorias se encastelam no poder e são muito bem pagos em conselhos e cargos, diminuindo assim a fome de protestar e defender seus sindicalizados. Há poucos dias, no lugar de tentar manter um pouco de dignidade e enfrentar  as consequências dos erros de seu partido, o Líder máximo do PT ousou ameaçar seu povo com guerra. Em um ambiente seguro, repleto de simpatizantes, Lula quis “parecer” valente, quando prometeu convocar o “exército” do MST para combater nas ruas os cidadãos que tentassem se manifestar contra a corrupção e com isso corre o risco de sujar seu curriculo.

O MST é um caso a parte, pois é odiado pelos brasileiros de tal forma que o seu apoio atrapalha Dilma Rousseff, mais do que ajuda, suas bandeiras envelheceram e perderam a razão, pela própria forma como se posicionam e tocam a reforma agraria no Brasil, são mais capitalistas do que nunca, pois afora aqueles usados como massa de manobra, seus lideres se enchem do dinheiro publico em programas sociais e a cada dia estão mais longe do objetivo pelo qual foram criados.

Na segunda, torcemos para que o Brasil esteja em Paz e melhor, na sua percepção de quem é culpado e inocente, quem presta e quem não presta, mas sabendo com certeza de que somos todos brasileiros.

Dilma bate o pé e quer CID GOMES na Educação

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014


Cid: o preferido de Dilma para a Educação
Cid: o preferido de Dilma para a Educação
A presidente Dilma Rousseff tem mostrado muita vontade em convencer Cid Gomes a aceitar o Ministério da Educação. Mesmo enfrentando uma grande oposição dentro do PT e do PMDB de Eunicio Oliveira, Dilma tem o apoio do governador Petista eleito do Ceará, Camilo Santana para ajudar na ida de CID para o Governo.
Os irmãos Gomes demonstraram muita lealdade a Dilma e a sua candidatura, primeiro posicionando-se contra a candidatura de Eduardo Campos pelo PSB e a ida do Partido para a oposição ao PT, saindo para o PROS os irmãos levaram o Partido, recem fundado para os braços de Dilma. Depois os Irmãos Gomes lançaram o nome de Camilo Santana (PT) para o governo do Ceará e derrotando as forças do PSDB e PMDB.
A campanha de Camilo isolou antigos aliados, a família Gomes, com  Ciro e Cid Gomes, e o grupo político de Eunício. Em 2012, eles trabalharam juntos pela eleição de Roberto Cláudio (Pros) à prefeitura de Fortaleza. Cid Gomes é governador desde 2007 e seu irmão Ciro comandou o Estado entre 1991 e 1994.
O rompimento entre o grupo ocorreu em abril, e Camilo passou a ser o candidato dos Gomes. A divisão na base aliada fez Dilma vetar a presença dos dois candidatos em ato realizado por ela no Estado em setembro, para evitar uma possível saia justa. No segundo turno, Dilma não foi ao Ceará.

Os números da violência na PB, são atestados de incapacidade?

terça-feira, 25 de novembro de 2014





Claudio Lima
Com os dados alarmantes de violência enfrentados pela Paraíba, e a falta de uma politica publica de gestão para Segurança, a população cobra ações concretas e definitiva que possam diminuir a sensação de violência que assola o paraibano. O Secretário de Segurança e da Defesa Social, Claúdio Lima até hoje não apresentou resultados que diminuam ou tragam paz e tranquilidade aos cidadãos.

Claudio Lima é a personificação da própria insegurança Paraibana, suas declarações são mornas e ao mesmo tempo evasivas, os números mostrados nunca são assimilados pelos paraibanos, pois a "sensação" é totalmente diferente aos dados repassados por sua secretaria.

A saída imediata do Secretário é cobrada nos bastidores, a falta de comando e de ações concretas de um combate efetivo ao crime e os números alarmantes nos últimos dias contribuem para que a cabeça de Claudio Lima seja pedida por muitos que circulam o poder do Palácio da Redenção.

Uma das ultimas respostas dadas por Claudio Lima para justificar a guerra civil que tomou conta principalmente da grande João Pessoa e de Campina Grande, colocando o aumento dos assassinatos em um fim de semana, na utilização do efetivo policial na segurança da Prova do ENEM, não foi aceita pelos especialistas e muito menos pela população, que percebe a falta de policia nas ruas e no combate ao crime, principalmente trafico de drogas, roubo de veículos e assassinatos.

Com a decisão da secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social  de nesta terça-feira (25) o remanejar seis comandantes de batalhões da Polícia Militar da Paraíba, na edição do Diário Oficial do Estado de hoje, além da troca de funções, com a nomeação de cinco novos gestores, mostra que falta planejamento e atitude viável de combate ao crime.  Sendo que para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, os atos governamentais fazem parte de um rodízio rotineiro, que obedece à filosofia do programa ‘Paraíba Unida Pela Paz’, implantando desde 2011 pelo Governo da Paraíba.

O Próprio lema “Paraíba Unida Pela Paz" vai de encontro a realidade e desvia-se o foco dos pífios resultados na busca pela redução dos índices. A falta de um programa que implante as mudanças necessárias para agir de forma forte e significativa contra o crime, marca a figura de Claudio Lima a frente da Pasta.

Um exemplo claro, da falta de ação é o dado apresentado pela imprensa nacional de que todos os postos de combustíveis da cidade de Campina Grande já foram assaltados este ano, fora os elevados números de assaltos a motos, os assassinatos e mais de uma centena de arrombamentos a agencias bancarias em toda a Paraíba, são todos dados que poem a baixo o discurso fraco e sem sentido de Claudio Lima.

Já o comandante da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller de Assis Chaves, reafirma o discurso e a fala do secretário de segurança, e termina compactuando com o fracasso ao não alertar de forma decisiva o Governador para o pequeno efetivo policial, alem dos vícios que tomam conta da corporação.

Ao apenas mudar nomes e não a ação, os responsáveis pela Segurança Publica da Paraíba, passam o recibo da incompetência e do fracasso e devem ser alvos maiores de pedidos de substituição. Pois de acordo com o próprio Coronel Euller Chaves devemos sempre buscar os melhores resultados. “Estamos sempre na busca para alcançar melhores resultados na prestação de serviços ao cidadão.”. afirmou.