Somos todos brasileiros.

sábado, 14 de março de 2015

Não quero me arvorar a analisar imagens, mas ao ver as cenas dos movimentos de apoio a Dilma e a Petrobras nesta sexta-feira percebo claramente que os movimentos sociais no Brasil envelheceu, engordou o bolso e perdeu a força da mobilização. Mesmo sabendo a força que o MST, a CUT e os sindicatos realizaram para mobilizar o maior numero de simpatizantes foi um verdadeiro fiasco.

Não sabemos ainda o que acontecerá amanhã, com a mobilização das oposições pedindo o impeachment de Dilma, não se sabe se as ruas serão ocupadas por um numero maior de manifestantes, mas ja se sabe que será um marco na defesa da liberdade de manifestações, mesmo para parte do PT sendo uma tentativa de golpe.

A defesa da presidente justamente foi um dos pontos em questão: os grupos que organizaram o ato tentaram emplacar o absurdo lema de "defesa da Petrobras e da reforma política", quando visivelmente os integrantes da marcha foram convocados - alguns pagos - para elogiar Dilma. Outros, sequer sabiam o que faziam no local o Ato a favor da estatal e em defesa do governo da presidente Dilma Rousseff é encampado por sindicalistas e membros de movimentos sociais, mas falta aos próprios manifestantes a força para acreditar no que estão gritando.

Se tomarmos como exemplo os atos de pedido de cassação de Collor de Melo no passado percebemos que aquela juventude envelheceu, e a defesa da ética ficou comprometida por contra-cheques, cargos e poder. O seu líder Lindberg Farias, Cara-Pintada, enlameou-se na sujeira do Poder e está afundando com companheiros nas denuncias de corrupção da Petrobras.

Os sindicatos envolvidos nas manifestações de ontem, são a marca do corporativismo e cinismo sindical, pois suas diretorias se encastelam no poder e são muito bem pagos em conselhos e cargos, diminuindo assim a fome de protestar e defender seus sindicalizados. Há poucos dias, no lugar de tentar manter um pouco de dignidade e enfrentar  as consequências dos erros de seu partido, o Líder máximo do PT ousou ameaçar seu povo com guerra. Em um ambiente seguro, repleto de simpatizantes, Lula quis “parecer” valente, quando prometeu convocar o “exército” do MST para combater nas ruas os cidadãos que tentassem se manifestar contra a corrupção e com isso corre o risco de sujar seu curriculo.

O MST é um caso a parte, pois é odiado pelos brasileiros de tal forma que o seu apoio atrapalha Dilma Rousseff, mais do que ajuda, suas bandeiras envelheceram e perderam a razão, pela própria forma como se posicionam e tocam a reforma agraria no Brasil, são mais capitalistas do que nunca, pois afora aqueles usados como massa de manobra, seus lideres se enchem do dinheiro publico em programas sociais e a cada dia estão mais longe do objetivo pelo qual foram criados.

Na segunda, torcemos para que o Brasil esteja em Paz e melhor, na sua percepção de quem é culpado e inocente, quem presta e quem não presta, mas sabendo com certeza de que somos todos brasileiros.

Dilma bate o pé e quer CID GOMES na Educação

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014


Cid: o preferido de Dilma para a Educação
Cid: o preferido de Dilma para a Educação
A presidente Dilma Rousseff tem mostrado muita vontade em convencer Cid Gomes a aceitar o Ministério da Educação. Mesmo enfrentando uma grande oposição dentro do PT e do PMDB de Eunicio Oliveira, Dilma tem o apoio do governador Petista eleito do Ceará, Camilo Santana para ajudar na ida de CID para o Governo.
Os irmãos Gomes demonstraram muita lealdade a Dilma e a sua candidatura, primeiro posicionando-se contra a candidatura de Eduardo Campos pelo PSB e a ida do Partido para a oposição ao PT, saindo para o PROS os irmãos levaram o Partido, recem fundado para os braços de Dilma. Depois os Irmãos Gomes lançaram o nome de Camilo Santana (PT) para o governo do Ceará e derrotando as forças do PSDB e PMDB.
A campanha de Camilo isolou antigos aliados, a família Gomes, com  Ciro e Cid Gomes, e o grupo político de Eunício. Em 2012, eles trabalharam juntos pela eleição de Roberto Cláudio (Pros) à prefeitura de Fortaleza. Cid Gomes é governador desde 2007 e seu irmão Ciro comandou o Estado entre 1991 e 1994.
O rompimento entre o grupo ocorreu em abril, e Camilo passou a ser o candidato dos Gomes. A divisão na base aliada fez Dilma vetar a presença dos dois candidatos em ato realizado por ela no Estado em setembro, para evitar uma possível saia justa. No segundo turno, Dilma não foi ao Ceará.

Os números da violência na PB, são atestados de incapacidade?

terça-feira, 25 de novembro de 2014





Claudio Lima
Com os dados alarmantes de violência enfrentados pela Paraíba, e a falta de uma politica publica de gestão para Segurança, a população cobra ações concretas e definitiva que possam diminuir a sensação de violência que assola o paraibano. O Secretário de Segurança e da Defesa Social, Claúdio Lima até hoje não apresentou resultados que diminuam ou tragam paz e tranquilidade aos cidadãos.

Claudio Lima é a personificação da própria insegurança Paraibana, suas declarações são mornas e ao mesmo tempo evasivas, os números mostrados nunca são assimilados pelos paraibanos, pois a "sensação" é totalmente diferente aos dados repassados por sua secretaria.

A saída imediata do Secretário é cobrada nos bastidores, a falta de comando e de ações concretas de um combate efetivo ao crime e os números alarmantes nos últimos dias contribuem para que a cabeça de Claudio Lima seja pedida por muitos que circulam o poder do Palácio da Redenção.

Uma das ultimas respostas dadas por Claudio Lima para justificar a guerra civil que tomou conta principalmente da grande João Pessoa e de Campina Grande, colocando o aumento dos assassinatos em um fim de semana, na utilização do efetivo policial na segurança da Prova do ENEM, não foi aceita pelos especialistas e muito menos pela população, que percebe a falta de policia nas ruas e no combate ao crime, principalmente trafico de drogas, roubo de veículos e assassinatos.

Com a decisão da secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social  de nesta terça-feira (25) o remanejar seis comandantes de batalhões da Polícia Militar da Paraíba, na edição do Diário Oficial do Estado de hoje, além da troca de funções, com a nomeação de cinco novos gestores, mostra que falta planejamento e atitude viável de combate ao crime.  Sendo que para o secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Cláudio Lima, os atos governamentais fazem parte de um rodízio rotineiro, que obedece à filosofia do programa ‘Paraíba Unida Pela Paz’, implantando desde 2011 pelo Governo da Paraíba.

O Próprio lema “Paraíba Unida Pela Paz" vai de encontro a realidade e desvia-se o foco dos pífios resultados na busca pela redução dos índices. A falta de um programa que implante as mudanças necessárias para agir de forma forte e significativa contra o crime, marca a figura de Claudio Lima a frente da Pasta.

Um exemplo claro, da falta de ação é o dado apresentado pela imprensa nacional de que todos os postos de combustíveis da cidade de Campina Grande já foram assaltados este ano, fora os elevados números de assaltos a motos, os assassinatos e mais de uma centena de arrombamentos a agencias bancarias em toda a Paraíba, são todos dados que poem a baixo o discurso fraco e sem sentido de Claudio Lima.

Já o comandante da Polícia Militar da Paraíba, coronel Euller de Assis Chaves, reafirma o discurso e a fala do secretário de segurança, e termina compactuando com o fracasso ao não alertar de forma decisiva o Governador para o pequeno efetivo policial, alem dos vícios que tomam conta da corporação.

Ao apenas mudar nomes e não a ação, os responsáveis pela Segurança Publica da Paraíba, passam o recibo da incompetência e do fracasso e devem ser alvos maiores de pedidos de substituição. Pois de acordo com o próprio Coronel Euller Chaves devemos sempre buscar os melhores resultados. “Estamos sempre na busca para alcançar melhores resultados na prestação de serviços ao cidadão.”. afirmou.

PT versus Dilma no segundo governo

sábado, 22 de novembro de 2014

PT quer reduzir a ´cota de Dilma´ no novo ministério

Foto: Agência Brasil

Nas reuniões que discutem a reforma ministerial, o PT tem defendido a redução do número de indicações pessoais da presidente Dilma Rousseff na composição da Esplanada, mostrando claramente que a crise iniciada o ano passado entre o núcleo duro do PT paulista e a presidente Dilma ainda continua.

A grande questão em cheque é que o PT de São Paulo, ala totalmente prejudica com o Mensalão, Dirceu, José Genuíno, e outros e que tem na sua principal estrela o ex-presidente Lula, observam que o Partido pode perder enorme força e prestigio neste segundo governo Dilma e começa a tentar cortar as asas de Dilma, antes que ela anuncie seu novo governo.

Do PT paulista, estrelas como Eduardo Suplicy, derrotado nas eleições deste ano, Marta Suplicy que saiu do MInisterio da Cultura e principalmente a provável saída de Gilberto Carvalho enfraquece consideravelmente o PT paulista e força do Partido. A aposta principalmente do PT paulista e da tendência Campo majoritário que domina o Partido é apostar em um enfraquecimento de Dilma causado pelo escândalo da Petrobras, para exigir participação maior no governo.

Parte do PT comandado por Jaques Wagner, governador da Bahia e Miguel Rosseto, Ministro do desenvolvimento agrário cresceu no conceito da Presidente Dilma e vão participar ativamente do segundo governo do PT. 

O partido teme perder espaço com a maior pulverização partidária e o crescimento da fatia dada aos aliados.

Porque Ricardo Coutinho tem tanto medo de pesquisas?

sexta-feira, 29 de agosto de 2014




Porque Ricardo Coutinho tem tanto medo de pesquisas? Será se ele tivesse na frente das pesquisas ele entrava com uma liminar na justiça para barrar as pesquisas?

Diante destas perguntas feitas por quem não esta entendendo tantas suspensões nos resultados de pesquisas na Paraíba, começasse as especulações do que estaria motivando tais atitudes jurídicas no momento que a mais de duas semanas não se tem divulgação de resultados pesquisados na Paraíba.

Sabe-se que para quem lidera as pesquisas, estas divulgações ajudam a aumentar as chances de crescimento, fator contrario acontece com quem não tem bons resultados, mas o que estaria escondendo os números? Seria a possibilidade de sacramentar uma decisão no primeiro turno?

A campanha do Senador Cássio Cunha Lima, da Coligação A vontade do Povo tem trabalhado com a possibilidade de uma vitória logo no primeiro turno, e estaria dentro do possível empolgar sua militância com esta possibilidade. E dentro destas decisões e liminares os números são distribuídos no boca a boca, mas a divulgação legal não esta permitida, aumentando assim os comentários e expectativas.

Diante destas liminares e pedidos da Coligação do governador Ricardo Coutinho, A força do Trabalho a justiça tem impedido as divulgações e com isso aumentam as especulações e a busca por motivos que estejam levando o Governador e seus aliados em impedir tais divulgações.

Claro que o mais simples dos mortais afirma com convicção que se Ricardo Coutinho estivesse bem nas pesquisas, não haveria necessidade de impedir divulgações de pesquisas, mas os números existem, e sua coordenação e o próprio governador deve analisa-los e vendo os prós e os contras em não divulgar os números.

As perguntas finais que ficam são: Resolve a situação não divulgando os números?

E se a expectativa de liquidar a eleição no primeiro turno criar uma onda em prol de Cássio?

Evitará uma vitória no primeiro turno, a não divulgação?


As respostas em 5 de outubro.

Ricardo Coutinho pode ser o vice de Marina Silva?

quinta-feira, 14 de agosto de 2014


As especulações apos a trágica morte de Eduardo Campos, presidenciável do PSB pipocam de todos os lados, e uma das maiores começar a rondar o Falacio da Redenção, em João Pessoa na Paraíba. Indicações dão conta de que com o prazo eleitoral correndo, são dez dias para que o PSB indique o sucessor na chapa majoritária a Presidente do Brasil.


O PSB nacional analisa a possibilidade de indicar Marina Silva como a sucessora natural como candidata a presidente pelo Partido, o problema é a imensa rejeição que a mesma enfrenta dentro do PSB, visto que ela não é oriunda do Partido e entrou no ano passado, quando o TSE rejeitou a criação do REDE, partido criado por Marina Silva e seus seguidores.

No caso específico de falecimento de candidato, a substituição poderá ser requerida mesmo após o prazo de até 20 dias antes do pleito, previsto para os demais casos. No entanto, apesar de a substituição poder ser solicitada a qualquer momento, o partido político a que pertencer o substituído deverá pedir o registro do novo candidato “até 10 dias contados do fato” que deu causa à necessidade de substituição.

A escolha do substituto será feita na forma estabelecida no estatuto do partido político, sendo que, nas eleições majoritárias, “se o candidato for de coligação, a substituição deverá ser feita por decisão da maioria absoluta dos órgãos executivos de direção dos partidos políticos coligados, podendo o substituto ser filiado a qualquer partido dela integrante, desde que o partido político ao qual pertencia o substituído renuncie ao direito de preferência”.

Caso haja substituição, o fato deverá ser amplamente divulgado pelo partido político e/ou coligação do substituto para esclarecer o eleitorado, “sem prejuízo da divulgação também por outros candidatos, partidos políticos e/ou coligações e, ainda, pela Justiça Eleitoral, inclusive nas próprias seções eleitorais, quando determinado ou autorizado pela autoridade eleitoral competente”.

O registro de candidato que venha a falecer deverá ser cancelado de ofício pelos tribunais eleitorais, quando tiverem conhecimento do fato, cuja veracidade deverá ser comprovada. No caso de o substituto ser o atual candidato a vice, o registro da candidatura deve ser cancelado junto a Justiça Eleitoral e deve ser registrada uma nova chapa.

Já nas eleições proporcionais (para deputados e vereadores), a substituição só se efetivará se o novo pedido for apresentado até o dia 6 de agosto de 2014 (Resolução 23.405, art. 61, parágrafo 6º).

Marina Silva seria a escolha natural, tendo obtido mais de 20 milhões de votos em 2010, Ela é vista como a escolha mais normal, e ai começa as especulações sobre um possível Vice, sobrando a escolha para filiados do PSB que contente os Eduardistas do PSB, e ai começa as especulações sobre o nome do Governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, que é candidato a reeleição, mas que seria pela aproximação ao grupo de Eduardo Campos manter os interesses do grupo na chapa presidenciável.

Ricardo Coutinho tem apresentado dificuldades na caminhada pela sua reeleição, ao polarizar com o ex-aliado Cássio Cunha Lima tem vislumbrado dificuldades com a apresentação de pesquisas que o coloca sempre em 2º e com diferenças que ultrapassam os 16 pontos percentuais.

Uma escolha do PSB sobre o nome de Ricardo Coutinho poderia significar um pé da chapa do PSB no nordeste, tão bem representada por Eduardo Campos e que ficou órfão com a tragedia, com uma administração bem avaliada e que não reflete nas intenções de votos, Ricardo seria uma boa escolha?


Corrida pelo voto em Montadas

terça-feira, 12 de agosto de 2014

A corrida pelo voto em Montadas começou definitivamente e a briga é para mostrar quem é mais forte, através dos candidatos a deputado estadual e federal. O Prefeito Jairo Herculano e seu grupo, que conta ainda com cinco vereadores apoiam os candidatos Adriano Galdino (estadual) e Efraim Filho (Federal). Já os ex-prefeitos José De Arimatéia Souza e Lindembergue Souza Silva e seu grupo apoiam Arnaldo Monteiro (estadual) e Aguinaldo Ribeiro (Federal).

Montadas que sempre teve polarização em suas disputas começa a vislumbrar novos tempos e o aparecimento de uma outra via comandada pelo ex-vice prefeito Jonas de Souza, sobrinho e ex-aliado de Arimateia Souza, tendo sido inclusive seu companheiro de chapa, e que tem a companhia dos vereadores Cássio Avelino, Fágner Júnior, alem da Presidente da Câmara de vereadores apoiam Manoel Ludgério (estadual) e Romulo Gouveia (Federal).

Uma novidade ainda aparece com outro ex-companheiro de Partido do ex-prefeito Arimateia Souza o vereador Ronaldo Oliveira (Naldo) que até recentemente acompanhava o atual prefeito e tendo rompido tambem com este, levou o seu grupo a apoiar Tatiana Medeiros (estadual) e Veneziano Vital do Rego (Federal).

A luta para conseguir o máximo de votos e mostrar força para 2016 vai ser grande, as fichas estão lançadas. As forças serão medidas e servirão para embasar o embate futuro, muitos votos a vulso também marcará está campanha e deixará a incógnita para o futuro.

2016 começou cedo em Montadas, quem viver verá, mas uma coisa é certa a curva está logo ali em outubro.