Corrupção um mal que tem cura

quinta-feira, 17 de novembro de 2016


PT sem chances de vitoria em 10 de 11 Capitais

segunda-feira, 26 de setembro de 2016


A situação eleitoral do PT no Brasil não é nada agradável, sempre tido como um partido forte em regiões metropolitanas, o Partido paga pelas situações enfrentadas nos últimos anos culminando com a saída da presidente Dilma Rousseff do poder.

O PT que governou o Brasil nos últimos treze anos, sofre agora com o cansaço tipico de quem esta tanto tempo comandando, ao mesmo tempo que as denuncias e prisões por corrupção, situação que coloca dois dos três presidentes do PT que comandaram o partido, condenados e preso. Tres dos últimos três tesoureiros estão condenados e dois estão na cadeia. Alem de ex-ministros presos e do ex-lider do governo Dilma tambem sendo preso e agora com uma delação premiada acusando Lula como o chefe do esquema de corrupção na Petrobras.

Veja as posições dos candidatos petistas ou apoiados pelo PT nas 10 principais cidades do Brasil.

1. São Paulo - SP: 4º lugar (9%)
2. Rio de Janeiro - RJ: 4º lugar (8%)
3. Salvador - BA: 2º lugar, porém derrotado já no primeiro turno; (2%)
4. Fortaleza - CE: 3º lugar (15%)
5. Belo Horizonte - MG: 4º lugar (4%)
6. Manaus - AM: 5º lugar (5%)
7. Curitiba - PR: 6º lugar (4%)
8. Recife - PE: 2º lugar (29%)
9. Porto Alegre - RS: 3º lugar (12%) 
10. Belém - PA: 5º lugar (2%)
11. João Pessoa - PB: 3º lugar (4%)

Olhando o quadro de 11 capitais, com exceção de Recife, nas outras 10 capitais do país o PT não tem chance de vitória em nenhuma cidade. Esse cenário cria um debate sobre o que fazer no Partido para mudar o quadro, principalmente visando 2018, onde o único trunfo é a possibilidade de ter Lula como candidato e aproveitar ainda sua liderança. O Partido dá sinais claros de cansaço, não se detectou se foi causada pelo envelhecimento de suas lideranças ou a saida de ideologia do PT, sendo o Poder pelo Poder?

Campina pega-fogo até 05 de agosto

sexta-feira, 29 de julho de 2016


Até o dia 05 de agosto o caldeirão das alianças em Campina Grande pega fogo e a fervura tende a aumentar, as discussões para coligação das alianças proporcionais atrapalha e cria um mal estar em todos os pré-candidatos a prefeito, tanto Romero, Veneziano, Adriano enfrentam dificuldades para agradar as diversas vertentes.

Romero enfrenta vontades de campeões de votos:

Os dezesseis vereadores da base do prefeito Romero buscam como sempre a reeleição com todo o direito e tambem com os melhores caminhos para que isso aconteça, mas o gargalo é comportar as vaidades e vontades individuais. A formação de um chapão era discutido ontem a noite com a possibilidade concreta de formação: PSDB, PSD, PSC, PRB, SOLIDARIEDADE, PTB, PMB, PHS e DEM.

- Ainda existe a possibilidade do acrescimo do PP de Enivaldo Ribeiro neste chapão se ocorrer a aliança provavel, com o lançamento da Chapa Romero/Enivaldo;

- Romero pode perder o apoio de partidos ligados a Wilson Santiago: PTB, PMB, PHS, PTC, uma informação de ontem a noite confirmava que o PTB fica com Romero e ja seria prego batido e ponta virada.

- O DEM já é carta fora do baralho de Romero, Efraim Moraes afirmou que não abre mão dos cargos que tem no Estado e o Partido vai de mala e cuia para Adriano Galdino.

VENEZIANO ADIA CONVENÇÃO

O PMDB remarcou sua convenção para o dia 05 de agosto apostando nos acordos de ultima hora e numa sobra das conversas em relação a João Pessoa, com uma possível renuncia de Adriano Galdino e a indicação do vereador Murilo Galdino para vice de Veneziano.

Até o momento as dificuldades de Veneziano é em relação a indicação do vice e de partidos para coligação na proporcional com o PMDB de medalhões e campeões de voto, Olimpio Oliveira e Metuselá Agra.

A PRESSÃO PARA DESISTIR DE ADRIANO GALDINO

Adriano Galdino teria tentado desistir já por duas vezes da postulação a prefeito de Campina Grande sendo seguro pelo governador Ricardo Coutinho e mesmo não decolando, Ricardo o segura para evitar o crescimento do "aliado" Veneziano. 

Alem das dificuldades em crescer, agora pipocam nos girassóis campinenses as insatisfações em relação a formação das proporcionais, PC do B, PDT, PT e outros não querem formar chapa com o PSB.

Ricardo "O inoperante" leva água de onde não tem, para onde tem de sobra

domingo, 22 de maio de 2016



O Governador da Paraíba e os seus devaneios propicia uma das obras mais esdruxulas e sem conexos em relação a ordem das coisas, a maior obra hídrica de seu governo tira água de onde não tem para levar para onde sobra água. O governo da Paraíba gasta 1 bilhão de reais, financiado pelo governo federal, para levar água da Barragem de Acauã para a barragem de Araçagi. No percurso, irá abastecer cidades do agreste e zona da mata que não sofrem com os efeitos de estiagem e ao longo da história são as regiões com maior frequência de chuvas do Estado.
A obra tocada por três consórcios de empresas, que fazem canais externos e subterrâneos, rompendo serras com explosivos, e mais diversas ações tecnológicas. Enquanto isso Campina Grande e o Cariri, estão em situação caótica em relação à água, e não tem o mesmo tratamento, alem de não ter uma só ação do Governo, que teima em silenciar diante de uma situação caótica.

Diante das notícias sobre a qualidade e quantidade da água de Boqueirão, que estão cada vez pior e preocupante e todas as classes da sociedade campinense reclamam, o governo estadual não pode mais ficar mais de braços cruzados, mas mesmo assim não esboça a minima reação e caindo no ridículo ainda de tentar politizar o assunto. Estamos correndo contra o tempo, apostando na Transposição do São Francisco para evitar risco de perda vidas. 
A falta de sensibilidade deste governo demonstrando uma ausência total de responsabilidade com Campina e demais municípios que são abastecidos por Boqueirão é tão preocupante, que mesmo na eminencia de um caos total e falimentar de Campina, com saída de industrias e até mesmo da população, não se vê nos bastidores deste governo e nos seus aliados mais próximos uma só ação de solução para o problema. Nos bastidores já sabemos que a raiva e insensibilidade de Ricardo Coutinho com Campina Grande não pode ser uma bandeira de Governo, mas é simplesmente o que se vê em suas ações.
Em anos anteriores o governo trouxe para Campina Grande com pompa e festa perfuratrizes da CDRM que tem cinco em seu poder e não se tem noticia de um poço perfurado na região. 
Mesmo enfrentando crise na educação, saúde e principalmente na segurança publica em todo o Estado da Paraíba e a inercia de um governo que vive dos louros de um primeiro mandato, não se ligou ainda que para Campina Grande e região alem de todos estes problemas o pior de todos é o eminente colapso de água e o sofrimento de um racionamento desumano. Ricardo Coutinho mesmo tendo como vice uma campinense e aliados do peso de Adriano Galdino, Fabio Maia, Napoleão Maracajá, Inácio Falcão e "Veneziano" (não sabemos até quando) não move uma palha para explicar ou tentar quais as ações de ajuda, ou mesmo porque retira água de onde não tem levando para onde sobra.
A população saberá cobrar do governo sobre suas ações e mais ainda sobre a falta delas.
Fotos retiradas das redes sociais sobre o canal de Araçagi

Nem a mulher vota nele

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Por fim a um verdadeiro ‘apartheid’ na Rainha da Borborema, dando mais oportunidades aos pobres, dessa maneira se posicionou o pré-candidato do PSB em Campina Adriano Galdino, ao ser questionado sobre esse novo momento na sua carreira política, mas de forma dúbia na cidade vizinha de Pocinhos onde lançou o nome da esposa Eliane Galdino para concorrer as eleições deste ano.

Galdino já foi prefeito por três vezes, teve seu sobrinho como prefeito também e sua esposa como vice até 2012, tendo dominado o poder por cerca de vinte anos, como uma verdadeira oligarquia, que ele combate agora em Campina Grande.

O fato inusitado destas eleições é que tanto Adriano Galdino, bem como sua esposa Eliane Galdino não terão o voto do seus cônjuges, fato que será explorado por seus adversários “que nem o a mulher vota nele”, e da mesma forma “que nem o marido vota nela”. Desta forma este fato joga por terra a questão do discurso de plataforma de governo, de quebra a forma de governar baseada em Ricardo Coutinho, mas sim a busca do Poder pelo Poder.


A quebra da gangorra familiar de Campina Grande no discurso de Adriano Galdino não dura dois minutos de um debate, quando na replica seus adversários usarão o exemplo da vizinha cidade de Pocinhos, onde alem de Prefeito por três vezes, teve sobrinho prefeito e lança agora a esposa como candidata a prefeita. 

A força de Adriano Galdino como presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba somada com a do Governo do Estado terão que superar o olhar desconfiado dos eleitores campinenses que observam a imigração do candidato que vem de outro municipio e que não tem a identificação com a historia de Campina Grande e o sentimento bairrista do municipio e de seus eleitores sempre foi muito apurado, e estará em jogo nas candidaturas que se apresentam contra Galdino: Romero Rodrigues, Veneziano Vital do Rego, Artur Bolinha, Daniella Ribeiro, Napoleão Maracajá que são pré-candidatos e totalmente identificados com CG.

2016 para Campina Grande começou em novembro de 2014

segunda-feira, 28 de setembro de 2015


A oposição ao Prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSDB) não tem medido esforços e nem tem perdido tempo para tentar emplacar nomes que possam enfrenta-lo no próximo ano. Com um governo bem avaliado, passando dos 70% de aprovação, Romero Rodrigues tem mostrado muita força e desempenho suficiente para chegar como favorito em 2016, desta forma a oposição não perde tempo.

Como o principal nome das oposições, o ex-prefeito e atual deputado Federal Veneziano Vital do Rego responde a vários processos e tem sido o alvo principal de uma CPI baseada em denuncias de seu ex-tesoureiro, acusando-o de desvios e improbidade e com isso recebe toda uma carga de rejeição que reflete nos números de pesquisas internas, mostrando que na próxima eleição a rejeição será importante para decidir a vitoria, a busca por alternativas não para, inclusive sendo lançado o nome da própria esposa Ana Claudia como possível candidata.

Na manha de hoje mais uma cartada da oposição, com festa e muito glamour, incluindo ai a presença do governador da Paraíba e hoje o principal opositor de Romero, Ricardo Coutinho junto com todo Staff da oposição aplaudiram a transferência de domicilio eleitoral do Presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba Adriano Galdino, que sai de Pocinhos e passa a votar em Campina Grande.

Prestigiado pela oposição, Adriano Galdino teve a recepção de deputados estaduais (Hervasio Bezerra, Ricardo Barbosa), Federal (Damião Feliciano, Veneziano Vital do Rego) e do Senador Raimundo Lira, alem de uma claque de aliados e torcedores e donos de contra-cheques tanto no governo estadual, quanto na ALPB, mostrando que não esta para brincadeira. Adriano mostra a forma de trator acostumado a usar na politica e que não brinca em serviço.

Com as cenas vistas na ACI, Associação Campinense de Imprensa algumas questões ficam no AR: 1- Como Fica a cabeça de Fábio Maia que alimenta o desejo de também ser candidato? 2- Veneziano aceitará a forma de exposição do nome de Adriano, como um fantasma que o atormenta e está ali sempre a segui-lo? 3- Quem poderá conduzir, alimentar e somar os egos inflados de grupos tão distintos? 4- Ricardo Coutinho terá tempo para Conduzir com mão de ferro as oposições de Campina Grande? 5- O restante da oposição, não presente a ACI poderá juntar-se ou pode dividir o que já esta dividido?

Só o tempo pode responder a tudo isso, mas com certeza o resultado sairá em pouco mais de uma ano, de uma eleição que só acontecerá em 2016, mas que já começou em novembro de 2014.

Somos todos brasileiros.

sábado, 14 de março de 2015

Não quero me arvorar a analisar imagens, mas ao ver as cenas dos movimentos de apoio a Dilma e a Petrobras nesta sexta-feira percebo claramente que os movimentos sociais no Brasil envelheceu, engordou o bolso e perdeu a força da mobilização. Mesmo sabendo a força que o MST, a CUT e os sindicatos realizaram para mobilizar o maior numero de simpatizantes foi um verdadeiro fiasco.

Não sabemos ainda o que acontecerá amanhã, com a mobilização das oposições pedindo o impeachment de Dilma, não se sabe se as ruas serão ocupadas por um numero maior de manifestantes, mas ja se sabe que será um marco na defesa da liberdade de manifestações, mesmo para parte do PT sendo uma tentativa de golpe.

A defesa da presidente justamente foi um dos pontos em questão: os grupos que organizaram o ato tentaram emplacar o absurdo lema de "defesa da Petrobras e da reforma política", quando visivelmente os integrantes da marcha foram convocados - alguns pagos - para elogiar Dilma. Outros, sequer sabiam o que faziam no local o Ato a favor da estatal e em defesa do governo da presidente Dilma Rousseff é encampado por sindicalistas e membros de movimentos sociais, mas falta aos próprios manifestantes a força para acreditar no que estão gritando.

Se tomarmos como exemplo os atos de pedido de cassação de Collor de Melo no passado percebemos que aquela juventude envelheceu, e a defesa da ética ficou comprometida por contra-cheques, cargos e poder. O seu líder Lindberg Farias, Cara-Pintada, enlameou-se na sujeira do Poder e está afundando com companheiros nas denuncias de corrupção da Petrobras.

Os sindicatos envolvidos nas manifestações de ontem, são a marca do corporativismo e cinismo sindical, pois suas diretorias se encastelam no poder e são muito bem pagos em conselhos e cargos, diminuindo assim a fome de protestar e defender seus sindicalizados. Há poucos dias, no lugar de tentar manter um pouco de dignidade e enfrentar  as consequências dos erros de seu partido, o Líder máximo do PT ousou ameaçar seu povo com guerra. Em um ambiente seguro, repleto de simpatizantes, Lula quis “parecer” valente, quando prometeu convocar o “exército” do MST para combater nas ruas os cidadãos que tentassem se manifestar contra a corrupção e com isso corre o risco de sujar seu curriculo.

O MST é um caso a parte, pois é odiado pelos brasileiros de tal forma que o seu apoio atrapalha Dilma Rousseff, mais do que ajuda, suas bandeiras envelheceram e perderam a razão, pela própria forma como se posicionam e tocam a reforma agraria no Brasil, são mais capitalistas do que nunca, pois afora aqueles usados como massa de manobra, seus lideres se enchem do dinheiro publico em programas sociais e a cada dia estão mais longe do objetivo pelo qual foram criados.

Na segunda, torcemos para que o Brasil esteja em Paz e melhor, na sua percepção de quem é culpado e inocente, quem presta e quem não presta, mas sabendo com certeza de que somos todos brasileiros.